Vejo já nossos passos,
Forasteiros pés na grande feira.
Nós de mãos dadas,
Uma senhora tecendo rede,
O homem vendendo o peixe
Que eu nem sei se tem por lá.
Depois, as mãos soltas:
Escolhem fruta, pão, queijo, farinha.
Tudo o que nos sustente.
Eu pego o vaso de barro,
As flores para por dentro dele,
Um pedaço de chita.
Que também é de se enfeitar
A casa que será nossa.