Quis avançar, ir
Além daqui, lá
N’outra arte que não esta
Que é minha
(A palavra sã)

Mas há um visgo.
Este visgo seco...
Estampido cálido
Do ciúme.

Vejo já nossos passos,
Forasteiros pés na grande feira.
Nós de mãos dadas,
Uma senhora tecendo rede,
O homem vendendo o peixe
Que eu nem sei se tem por lá.

Depois, as mãos soltas:
Escolhem fruta, pão, queijo, farinha.
Tudo o que nos sustente.

Eu pego o vaso de barro,
As flores para por dentro dele,
Um pedaço de chita.
Que também é de se enfeitar
A casa que será nossa.