Sinto ainda preguiça
Dessa história de ser mulher feita
E de ter de abandonar a menina
Que dialogava com peixes
E dormia na areia
Em tardes quentes de verão
O tempo, este homem misterioso
Que me ronda os dias,
Ainda não sei se me cai melhor
Como amante ou carrasco
Pois se me faz sentir na pele
A delícia de ser mulher
Também um pouco me mata
Sempre que me toca
Nestes meses de janeiro
2 pessoas se inquietaram:
Linda como ela, essa minha menina preguiçosa. Adorei!
"Tempo, tempo, tempo, mano velho"
Amo um tanto quanto muito!
Amiga Liu!
Sempre com belos poemas!
Grande abraço!
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